domingo, 21 de junho de 2015

Mendoza - Santa Fé

Continuação do post anterior -->Santiago-Mendoza

Acordamos cedo e rapidamente pegamos a estrada, nosso destino era Santa Fé, as margens do rio Paraná. Como o hotel em Mendoza ficava as margens da rodovia, rapidamente saímos da cidade. A Ruta 7 até a divisa com a província de San Luis é duplicada e com asfalto excelente, sem pedágios e longas retas. Dava pra andar tranquilamente a 120-130km/h e havia pouco movimento. Na saída da província há um portal e uma barreira de fiscalização em um pequeno trecho de pista simples, que logo volta a tornar-se pista dupla. Chegando a cidade de San Luis, paramos em um posto Isso para abastecer e comprar alguns sanduíches e seguimos viagem, pegando um atalho para chegar a Rio Cuarto, que encurta a viagem em cerca de 70km, por algumas estradas secundárias e com alguns trechos de serra. No horizonte nuvens negras começavam a aparecer junto com relâmpagos, mas conseguimos escapar da chuva.

Ao entrarmos na província de Córdoba, as estradas pioraram muito, ao contrário de San Luis e Mendoza. Em Rio Cuarto pegamos novamente a estrada principal e a chuva se afastou. A estrada até San Francisco corta muitas cidades pequenas, o que atrasa bastante a viagem, devido a grande quantidade de lombadas e semáforos existentes e os vários caminhões. Chegamos em San Francisco em torno das 17h00min e seguimos direto até Santa Fé. Ao entrar na província de Santa Fé, a rodovia melhora e vira pista dupla, longas retas e bastante calor. Não fomos parados pela polícia, mas vimos algumas viaturas na estrada. Chegamos em Santa Fé as 19h00min, depois de rodar mais de 900km e pegamos a autopista que circunda a cidade rumo ao centro, na calle corrientes, onde ficamos no Hotel Corrientes, a uma quadra do calçadão principal. O hotel é bem antigo e possui ar condicionado central e bem gelado, mas tem piscina e estacionamento próprio. No final do dia demos uma volta no calçadão e comemos uma pizza.No dia seguinte percorremos uns 900km de Santa Fé a Eldorado, chegamos a noite no hotel, fomos descansar e continuar nossa volta no dia seguinte chegando ao Brasil pela cidade de Foz do Iguaçu.










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Santiago - Mendoza

Continuação do post anterior -->Santiago-Chile

Inicialmente havíamos planejado para este dia era ir até as cidades de Valparaíso e Viña del Mar, mas de acordo com as notícias que víamos pela televisão, haviam muitos focos de incêndio em Valparaíso e a fumaça encobria a cidade. Resolver cancelar o passeio e iniciamos o retorno da viagem ao Brasil. Após o café e um check out demorado, devido a um erro no cadastro do café da manhã para cada quarto quando fizemos o check-in, pegamos o carro e rapidamente chegamos a uma via expressa que nos levou até a saída da cidade de Santiago.

Seguimos rumo a cidade de Los Andes, onde paramos para abastecer e comprar sanduíches para comer durante o trajeto até Mendoza. A distância é relativamente curta, mas é um trajeto que deve ser feito com bastante tempo de sobra para paradas e principalmente por causa da aduana. Há um único pedágio de Los Andes até a fronteira, então é bom ter alguns pesos chilenos, posto de gasolina vimos um no trajeto, um Copec em um vilarejo a beira da estrada. Chegando próximo aos caracoles, ficamos parados por cerca de uma hora. Estavam finalizando as obras de concretagem da rodovia e cada hora um sentido era liberado para subir/descer.

Como éramos uns dos primeiros da fila, pudemos subir os caracoles apreciando a paisagem, sem caminhões segurando o trânsito. É uma subida íngreme com aproximadamente 25-30 curvas em U para subir um desnível de 700m. Após a estação de Portillo (estação de esqui no inverno) há uma aduana, porém é utilizada somente para quem vai em direção ao Chile, paramos apenas para trocar alguns pesos chilenos por peso argentinos. Continuamos viagem e logo chegamos ao túnel Cristo Redentor, com cerca de 3km de extensão e bem no meio está a divisa entre Argentina e Chile. Ali alcançamos a altitude máxima da travessia e toda a viagem, pouco mais de 3000m de altitude.

Alguns km após o túnel há uma cancela em um posto de controle da gedarmeria (exército argentino), onde um soldado entrega um papel onde ele anota a placa do veículo e a quantidade de passageiros. Esse papel deve receber o carimbo após cada trâmite na aduana e ser entregue depois em outro posto de controle. Antes da aduana em Los Horcones há a entrada para o Parque Aconcágua, onde fizemos a trilha até o mirante para o Aconcágua com 6975m de altura, é a montanha mais alta de todo o hemisfério sul.

Após o passeio seguimos para a aduana integrada, onde se faz a saída do Chile e entrada na Argentina. São vários guichês e fomos atendidos relativamente rápidos, perdemos cerca de 30 minutos no total. A estrada vai descendo lentamente por um vale, com o rio Mendoza muitas vezes ao lado. Paramos na Puente del Inca para algumas fotos e fomos apreciando a estrada até Uspallata, onde paramos para abastecer e tomar um sorvete em posto YPF. De lá seguimos para Mendoza até o Hotel Ibis a beira da rodovia RN 7, com um excelente atendimento. Ao final da tarde fomos a um shopping próximo e acabamos comendo no Burger King. Infelizmente não ficamos mais tempo em Mendoza para poder conhecer a cidade, mas quem sabe em uma próxima viagem...




















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Santiago - Chile

Continuação do relato anterior -->Rio Bueno-Santiago

Tiramos o dia para tentar conhecer um pouco de Santiago. Acordamos cedo, tomamos café e pegamos um táxi em uma avenida próxima com destino ao palácio La Moneda. Logo cedo estava agradável, bastante movimento nas ruas e muitos turistas. De lá fomos caminhando até os outros pontos turísticos na região central. Não conseguimos ver metade do que queríamos, a cidade estava um verdadeiro canteiro de obras e muitas atrações estavam fechadas para a visitação. Queríamos visitar o museu de arte pré colombiana mas estava em reformas. Na plaza de armas, idem, havia um tapume cercando toda a praça. 

Visitamos a Catedral de Santiago e seguimos em direção a estação Mapocho. Já eram quase 12h00 e seguimos para o Mercado Municipal, onde comemos um filé de salmão e uma porção de camarão. Ali há um assédio grande aos turistas, vem sempre um garçon ou vendedor encher a paciência, é realmente chato. Após um passeio pelo mercado para comprar algumas lembranças, saímos em direção ao museu de arte contemporânea. Nossa intenção era seguir de lá para o Cerro San Cristobal, mas o calor estava insuportável. Abortamos o passeio e pegamos um táxi de volta para o hotel. O taxista só nos levou até o Ibis Providencia e de lá pegamos outro táxi até a estação Manquehue. Esperamos o sol baixar e no final do dia fomos caminhando até o shopping Arauco, onde jantamos. Voltamos para o hotel e arrumamos as malas para o dia seguinte. 





























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